Quem sou?!
Eu sou para cada pessoa aquilo que ela acha que eu sou, mas o que para mim importa é o que eu estou a procura de ser e isso eu ainda não sou.
Cada um tem de mim exactamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode magoar, mas é sempre mais digna.
Bom mesmo é ir à luta com determinação,abraçar a vida e viver com paixão. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve e a vida é muito curta para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O meu maior sonho és tu A.F.D.O.
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, correr o risco de viver os seus sonhos.
Envie imagens por scrap! CONCEITOS E PRECONCEITOS
Porque será que quando se sabe que uma mulher faz sexo com vários homens pelo prazer de fazer sexo lhe chamam puta,
e se for um homem dizem que ele é um garanhão?
Não vejo razão para se tratar mal uma mulher pelo facto de ela dormir com vários homens, se gosta de fazer e se tem
muito prazer ao fazer, e se experimenta com vários homens é porque quer saber até que limite se pode chegar, ou até
mesmo até onde um homem consegue conhecer o corpo da mulher.
Agora se for um homem nunca há mal nenhum, os amigos até elogiam.
Estas coisas são mesmo estúpidas eu sei, mas dizem que existe a igualdade dos sexos, mas até nestas pequenas coisas se
vê que o que se diz não é o que acontece.
Neste mundo as mulheres continuam sempre a ser as mais criticadas, e no entanto são elas que fazem mais por este mundo
que os homens que só pensam em destruir e difamar.
Interests
Life's in my soul...
I can hear it...
Every day and every night...
It's the one thing on my mind...
Olhei-te nos olhos…. Enigmáticos, fascinantes… Retribuíste num olhar que me prendeu. Desejei-te sem mesmo perceber bem porquê. O teu olhar em mim era tão penetrante, um olhar de desejo e fascino, quase como um convite para que o meu corpo se juntasse ao teu. Sem nunca desviar o olhar do teu, mordisquei o lábio, num gesto de pura luxúria. Passei as mãos no cabelo, fi-las deslizar pelo pescoço e descansei-as sobre meus seio. Olhei-te como se te desafiasse a tocares-me. Aproximaste-te… O meu coração quase que pulava do meu peito, tocaste-me suavemente o rosto, os meus olhos fecharam-se para saborear o teu toque e todo o meu corpo estremeceu. Afagaste-me o cabelo, puxando com suavidade a minha cabeça para trás, obrigaste-me a fixar o teu olhar. Pude sentir a tua respiração no meu rosto, e nesse instante beijaste-me. Foi um beijo que percorreu de desejo o meu corpo todo, um beijo sem medos, como se nele me entregasses todo teu corpo. Estremeci novamente, o teu beijo percorreu o meu corpo e desaguou no mais íntimo de mim, quase te pude sentir em mim sem me tocares. Num gesto quase violento encostaste-me contra a parede, levantaste a minha camisola e pude sentir a tua mão fria nos meus seios, num ápice beijaste-os num gesto sôfrego de desejo. Passaste os teus dedos sobre meus lábios… A minha língua sorveu-os num delírio de loucura. Encostaste energicamente o teu corpo contra o meu, pude sentir o teu calor perturbador. Senti-te duro contra mim… Passeai as minhas mãos nas tuas costas, a tua mão levantou-me a saia, sem reservas tocaste-me, os teus dedos entraram em mim, nesse instante cravei as unhas em tuas costas e soltei um gemido profundo de prazer. Enquanto me tocavas beijaste-me suavemente olhando o meu rosto, como se estivesses a delirar com o prazer reflectido em meu rosto, o prazer que me oferecias… Fizeste-me vir nos teus dedos. Beijaste-me sofregamente, afastaste-me da parede… Agarraste-me pelas nádegas e puxaste-me contra ti, olhaste-me nos olhos… Viraste-me de costas, abraçaste-me por trás, pousando as mãos nos meus ombros. Num gesto que podia ser de amor beijaste-me. Inclinaste-me para a frente, sobre a mesa que ali estava. Passaste as tuas mãos nas minhas costas nuas, beijaste-me desde a nuca. Senti-te duro e quente… Suavemente penetraste-me, seguraste-me pela cintura e puxaste-me para ti, pude sentir-te mais fundo. Continuaste numa dança suave. As tuas mãos acariciavam suavemente os meus seios, entrelaçavas os teus dedos nos meus mamilos duros de desejo. Apercebias-te do meu delírio a cada gesto, e fazias com que se multiplicasse por entre os gemidos, não contidos, que soltava a cada toque, a cada movimento teu. Respiravas no meu ouvido… Mordiscando a minha orelha. Agora podia sentir o teu peito húmido nas minhas costas, senti-te ainda mais duro… Num só gesto viraste-me, deitaste-me sobre a mesa, beijaste-me e murmuraste no meu ouvido “quero ver a tua cara quando te vens”. Entraste em mim suavemente enquanto me beijavas. O ritmo da nossa dança foi aumentando à medida que se ia tornando cada vez mais próximo o êxtase. Quando explodi de prazer inebriante, por entre os delírios do momento, consegui ver o teu olhar em mim e vislumbrei um sorriso de ternura e desejo… E ainda eu saboreava o momento quando te senti fundo em mim numa invasão mágica de “milhões de gente”.
Quero o meu corpo tocar Colocar as minhas mãos, em mim A minha boca a salivar Do desejo que sinto por ti Sinto o teu cheiro quente O teu sabor refrescante O aroma que a tua alma liberta Que por dentro, me completa Esta vontade, este desejar Em ardentemente, te beijar Sinto um fogo a arder A correr dentro de mim Sede de desejo e prazer Águas que correm sem fim Vem, vem ter comigo E liberta o teu momento Apagar este calor, não consigo Esta sede de desejo!!!
Sabes solidão, tenho andado a pensar muito em ti. Tens me acompanhado nestes últimos dias E ainda não percebeste Que alguém chegou ao meu lado e um abraço me deu.
Não me leves a mal Mas, estás a perder o teu espaço. Como a chuva que às vezes enche um ribeiro, Estou a fartar-me como um filhote num ninho.
Acreditas que encontrei ultimamente Alguém que me trata como gente E até diz que sou fixe!
Olha solidão. Foi bom conhecer-te e achei até normal. Fizeste-me companhia e ainda me consolaste. Por favor: agora vai embora porque estou a amar...
Beleza Pungente Alguns dizem que, na vida, não há ponto final Outros, que o ponto final é a própria vida No meio disso, cá estou Dividida entre o que quero e o que preciso Se o que quero pode ser conquistado Então não mais precisarei de chorar por expectativas frustradas Mas se o que preciso não consigo alcançar Talvez nada disso faça sentido Se, algum dia, meu ponto final for feliz Ou se, nesse dia, descobrir que a vida é o tal ponto Posso me dar por satisfeita, E vencida pelas circunstâncias, adormecer em paz.